Helena Vareleira
Conduz a modernização e a relação com os corretores. Decide sobre investimentos em produtos, plataforma e capacidades de operação e governança.
História da empresa · Versão 0.1.0
Lúcia e Augusto Vareleira fundaram a seguradora em 1994, com base em sua experiência com corretores. A companhia cresceu por meio dessa rede e manteve a sede em Brasília.
Referência do cenário: agosto de 2026. A história amplia o caso fictício do AI CoE Playbook. Fundação, expansão e personagens foram acrescentados à narrativa; os resultados da avaliação de maturidade, chamada de assessment no playbook, permanecem os do caso original.
Origem e operação
Lúcia acompanhava dúvidas sobre exclusões, documentos de sinistro e diferenças entre assistência e cobertura. Augusto cuidava da operação e da relação com a rede de corretores. A experiência dos fundadores orientou o atendimento e a explicação das condições dos produtos.
A expansão nacional trouxe produtos, parceiros e equipes regionais. A matriz permaneceu em Brasília, enquanto as regiões desenvolveram práticas locais de atendimento. A companhia passou a enfrentar dificuldades para manter processos e bases de conhecimento alinhados.
Em agosto de 2026, a Vareleira contava com cerca de 4.000 colaboradores e atuava nos ramos residencial, automóvel e pequenas e médias empresas. A segunda geração conduzia o negócio com lideranças profissionais, apoiada na rede de corretores e nos canais digitais.
Linha do tempo · 1994–2026
O patrocínio à iniciativa de IA e o resultado de agosto de 2026 vêm do assessment. O piloto interno de apólices foi acrescentado à história como etapa didática anterior ao canal externo.
A família Vareleira fundou a companhia e adotou a distribuição por corretores.
As equipes regionais cresceram com práticas locais. A coordenação de processos e documentos passou a exigir mais atenção da matriz.
O atendimento digital avançou, enquanto emissão, sinistros e conhecimento permaneceram em sistemas distintos.
O Classificador de Fraude entrou em operação por volta desse período, segundo o tempo de uso registrado no assessment. Na nova narrativa, também surgiram experimentos de IA generativa dispersos entre as áreas.
O diretor de tecnologia passou a patrocinar o CoE de IA. Pilotos dispersos, pressão por eficiência e respostas inconsistentes sobre apólices motivaram a iniciativa na narrativa.
O piloto foi situado nesta etapa da história para orientar o futuro laboratório: consultar condições gerais de seguro residencial, apresentar fontes e explicitar limites.
O Assistente de Apólices estava em produção havia sete meses; o Copiloto de Sinistros, quatro meses; e o Classificador de Fraude, dois anos. A avaliação resultou em nível 2, com dois vetos abertos.
Liderança · Agosto de 2026
Os personagens fictícios abaixo representam as responsabilidades de negócio, tecnologia e controle nos exercícios.
Conduz a modernização e a relação com os corretores. Decide sobre investimentos em produtos, plataforma e capacidades de operação e governança.
Patrocina o CoE desde março de 2025. Coordena decisões sobre plataforma, portfólio e operação e responde pelas medidas executivas de remediação.
Organiza práticas compartilhadas e negocia prioridades com as áreas. Precisa demonstrar a contribuição do CoE para a entrega e a operação das soluções.
Conhece as perguntas recorrentes e as contradições entre materiais. Representa a operação na seleção de documentos e na avaliação das respostas.
Busca reduzir o tempo de análise com apoio de IA. Mantém as decisões de sinistro sob responsabilidade humana e exige evidências rastreáveis para os analistas.
Coordena a participação de risco, jurídico e privacidade nas decisões de lançamento. Cada função mantém sua própria alçada de aprovação.
Cuida das regras dos produtos e de sua interpretação técnica. É a referência de negócio quando uma resposta depende de versão, cobertura ou exclusão.
Desenvolve capacidades comuns de acesso, observabilidade e entrega. Acompanha sua adoção, incluindo a instrumentação das soluções para registrar métricas e eventos.
Processos e sistemas
A jornada começa no corretor ou no canal digital, passa pela subscrição, que avalia os riscos da contratação, e pela emissão da apólice. Continua no atendimento, na renovação e, quando necessário, no sinistro. Cada etapa usa informações específicas sobre o cliente, o produto e as decisões tomadas.
A arquitetura conceitual da companhia reúne um sistema central de apólices, um sistema de sinistros, uma ferramenta de relacionamento com clientes e um repositório documental. Fornecedores e integrações permanecem a definir.
As diferenças regionais aparecem nos canais utilizados, na rede de prestadores e nas práticas de atendimento. As condições contratuais permanecem sob a autoridade da diretoria técnica. Materiais locais desatualizados exigem conferência com a documentação vigente antes de orientar uma resposta.
O CoE define práticas compartilhadas com as áreas. Atendimento e Sinistros respondem por seus processos; a diretoria técnica mantém a autoridade sobre produtos; tecnologia e funções de controle participam das decisões conforme suas atribuições.
Problema para os exercícios: a Vareleira colocou IA em produção com lacunas de governança e operação. A avaliação de agosto de 2026 registrou pendências em testes adversariais, resposta a incidentes e mecanismos de interrupção. Os participantes deverão propor medidas e evidências para resolver essas pendências.
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