Caso-base disponívelRoteiro de exercícios planejado
Jornada 02 · Março de 2025 a agosto de 2026
Criação do Centro de Excelência em IA
Em março de 2025, André Nascimento, diretor de tecnologia, passou a patrocinar o Centro de Excelência em IA (CoE de IA). Na narrativa, respostas inconsistentes sobre apólices, iniciativas dispersas e pressão por eficiência motivaram a coordenação corporativa.
Mandato e responsabilidades
Patrocinador executivo: André Nascimento
Liderança: Camila Duarte
Áreas: Atendimento, Sinistros e Subscrição
O mandato proposto para o CoE reúne priorização de iniciativas, padrões técnicos e preparação para operação. As áreas mantêm a responsabilidade por seus processos, enquanto o centro organiza capacidades compartilhadas e a participação das funções de controle.
Camila deverá definir com as equipes quais capacidades serão centralizadas e quais permanecerão nas áreas. A decisão precisa considerar o reaproveitamento de soluções, a capacidade de atendimento do CoE e a autonomia das equipes de negócio.
O piloto do Assistente de Apólices será o primeiro caso para exercitar essas escolhas. A trilha confrontará as propostas dos participantes com a avaliação de maturidade, chamada de assessment no playbook, de agosto de 2026.
Assessment · Agosto de 2026
Nível 2 e dois vetos operacionais
A avaliação fictícia cobriu o CoE corporativo, Atendimento, Sinistros e Subscrição. A amostra incluiu todas as três soluções de IA em produção.
2,52Média bruta na escala de 0 a 4
Nível 2Resultado após contenções
5Contenções acionadas
2Vetos operacionais abertos
Fontes: assessment da Vareleira, seções 1, 2 e 4 ↗, e critérios de pontuação ↗. A média bruta correspondeu ao nível 3. As contenções, regras que limitam a classificação diante de lacunas críticas, levaram o resultado ao nível 2. A amostra não incluiu agentes que executam ações.
Lacunas em agosto de 2026
Testes e resposta a incidentes pendentes
O Assistente de Apólices atendia o público externo sem testes adversariais de IA (red teaming) executados ou dispensa formal aprovada. O Copiloto de Sinistros operava sem resposta a incidentes de IA exercitada. Essas lacunas motivaram os dois vetos.
Os mecanismos de interrupção e contingência dos casos de IA generativa também estavam sem testes. Embora a plataforma oferecesse observabilidade, apenas o Assistente de Apólices tinha instrumentação plena, conforme a amostragem registrada no assessment.
Decisões em agosto de 2026
Expansões bloqueadas até remediação
O resumo executivo registrou um pedido de investimento de R$ 1,2 milhão e um horizonte de 90 dias para remediação. A aprovação do investimento não consta do caso.
O diretor de tecnologia aceitou a continuidade da operação com restrições e prazo de 45 dias para testar o mecanismo de interrupção. Esse prazo trata de uma condição específica; os 90 dias pertencem ao pedido geral de remediação.
Fonte: assessment da Vareleira, seções 4 e 5 ↗. Essas decisões pertencem ao caso histórico e não autorizam a operação dos futuros protótipos.